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HQ do Dia | Melhores de 2015

Ok. Você viu o título do artigo e imediatamente pensou: “Mais um pseudo crítico pedante tentando impor uma lista de melhores do ano e arrendar alguns cliques no processo”. Talvez não… De qualquer maneira o artigo abaixo é muito mais do que uma lista. Trata-se de uma maneira de apresentar um panorama geral do ano de 2015 mostrando o que o mercado internacional de quadrinhos nos trouxe de melhor. Lógico que vai faltar algum gibi na lista. Lógico que você não vão concordar com algo lista. E você tem todo o espaço para se expressar na sessão de comentários.

2015 foi um ano de renovação para as duas gigantes da indústria de quadrinhos mundial. Na DC Comics, uma Convergência de realidades alternativas esquecidas moldou seu novo universo (veja como). Na Marvel… Bom na Marvel aconteceu basicamente a mesma coisa (acompanhe como andam as coisas na casa da ideias lendo aqui). As duas editoras coincidentemente (carinha aquela) emergiram de seus “eventos de re-estruturação” com novas linhas de quadrinhos e uma proposta de servir melhor os diferentes tipos de leitores que proliferam neste universo de entretenimento.

A Image Comics, quietinha em seu canto, continuou basicamente fazendo a mesma coisa que tem feito nos últimos 10 anos: Promovendo um espaço livre para criadores trabalharem sem amarras de continuidade e interferência editorial – Ou seja, a receita de seu sucesso de público e crítica.

Em outras frentes temos a IDW explorando franquias de sucesso e trazendo bons resultados com um trabalho de marketing agressivo e oportuno. A Dynamite lutando ainda por um espaço em meio a avalanche de lançamentos nas bancas atualmente.

Enquanto isso, o universo de quadrinhos mais coeso da atualidade (A Valiant logicamente) novamente mostrou como é simples publicar gibis de qualidade interligados por um ambiente comum a seus protagonistas. Isso tudo promovendo a diversidade (tanto no âmbito de personagens quanto na parte de criação) e sem comprometer a criatividade de seus profissionais nem lançar milhões de publicações ao mesmo tempo.

Correndo por fora totalmente despercebidas e arrebatando crítica e vendas, chegaram através da própria Marvel e DC Comics duas linhas de quadrinhos que surpreenderam pela qualidade do material publicado em 2015 em meio a tanta coisa descartável em ambas editoras: Star Wars e os novos lançamentos Vertigo.

Então vamos a lista:

Airboy

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EDITORA: Image Comics

EQUIPE CRIATIVA: James Robinson e Greg Hinkle

DATA DE ESTREIA: 3 de Junho de 2015.

Primeiramente abra uma aba do seu computador, tablet ou qualquer outro dispositivo e procure “Airboy” para ler. Pronto? Ok. O que o aclamado veterano James Robinson promoveu com esta pequena mini série em quatro partes publicada este ano pela Image foi uma verdadeira carta íntima e aberta endereçada à indústria de quadrinhos atuais. Em “Airboy”, Robinson e o ilustrador Greg Hinkle são os protagonistas de sua própria aventura quando o personagem que dá nome ao gibi ganha vida e os faz embarcar em uma jornada caótica por São Francisco (entre outras realidades) regada à sexo (tem muito e bem diversificado), drogas (tem muito e bem diversificado) e crítica ácida (também tem bastante). Metalinguagem e auto análise brilhante se misturam em um dos trabalhos mais sinceros, diretos e brutos já escritos por este autor. Uma arte totalmente caricata e hilariante e um roteiro que precisa ser enxergado pelos leitores de quadrinhos atuais. Faça um favor a si mesmo e já comece 2016 lendo esta HQ.

Leia minha resenha: HQ do Dia | Airboy

Midnighter

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EDITORA: DC Comics

EQUIPE CRIATIVA: Steve Orlando e ACO

DATA DE ESTREIA: 3 de Junho de 2015.

Abençoado seja Steve Orlando (leia nossa entrevista com o jovem escritor aqui)! O que o sujeito nos mostrou este ano é o resultado de um trabalho duro, sincero e cheio de coração com um dos personagens mais sub-utilizados do universo DC até o ano de 2015. “Midnighter” enaltece tudo que fez os leitores antigos se apaixonarem pelo Meia Noite nos tempos de “Stormwatch” e “Authority” e eleva o cara a um nível de protagonista de seu próprio destino. Tudo isso transformou naturalmente o anti herói da DC Comics em um novo e renovado ícone da comunidade LGBT na editora sem em MOMENTO ALGUM transformar a orientação sexual do protagonista no foco da narrativa. Então se você quer ler um gibi mensal cinético, com uma arte absurda de linda, no qual ficção de primeira e ação cinematográfica se misturam perfeitamente pode pegar “Midnighter” sem medo. Uma das conquistas da DC Comics no pós-Convergence e uma conquista ainda maior para a diversidade nos quadrinhos em geral.

Leia minha resenha: HQ do Dia | Midnighter #1

Guerras Secretas

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EDITORA: Marvel Comics

EQUIPE CRIATIVA: Jonathan Hickman e Esad Ribic.

DATA DE ESTREIA: 6 de Maio de 2015.

Chegamos a parte polêmica da lista. “Ah mas você vai incluir Guerras Secretas como melhor do ano?! Que coisa de Marvete!”. Primeiramente não é necessário ter predileção por nenhuma editora específica para apreciar tudo que foi construído por Jonathan Hickman desde sua aclamada fase no Quarteto Fantástico, passando pelo seu recente run nos Vingadores até chegar a saga por si só. Basta um mínimo de bom senso. Segundo que “Guerras Secretas” é o evento /saga mais bem escrita e executada na Marvel em pelo menos 10 anos. Uma proposta sem precedentes nesta editora que reúne o melhor e o pior de seu Universo de quadrinhos em uma aventura super heróica com um dos protagonistas mais tridimensionais de sua bibliografia: Victor Von Doom. E terceiro porque, ao jogar mais de 75 anos de quadrinhos em um liquidificador multiversal e dar liberdade a um time competente de criadores, a Marvel conseguiu resultados totalmente surpreendentes com os inúmeros tie ins da saga. Quem poderia apostar um tostão ne divertidíssima “Ghost Racers” ou na subestimada “Siege”? Ou mesmo imaginar que dos universos de “Futuro Imperfeito”  e dos X-Men da década de 1990 ainda pudessem brotar boas histórias? Isso sem falar nas excelentes “Last Days” nos títulos principais de Ms. Marvel, Surfista Prateado e outros… No fim, um conceito esdrúxulo que parecia o fim da picada quando foi anunciado, acabou rendendo frutos loucos e deliciosos este ano para a Casa das Ideias. Com uma saga principal fortíssima, cheia de momentos marcantes e tie ins para todo o tipo de leitor de super heróis, “Guerras Secretas” (que ainda nem acabou) é a melhor coisa que aconteceu no Universo Marvel nos últimos 10 anos quer você queira ou não.

Veja todas as resenhas de Guerras Secretas: HQ do Dia | Guerras Secretas #8

The Valiant

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EDITORA: Valiant Entertaiment

EQUIPE CRIATIVA: Jeff Lemire, Matt Kindt e Paolo Rivera.

DATA DE ESTREIA: 10 de Dezembro de 2014 (finalizada em 2015).

Este ano tivemos “Convergence” de um lado. Este ano tivemos “Guerras Secretas” do outro. Em termos de eventos destruidores de realidade fomos bem servidos. No entanto, analisando friamente, uma saga que começou no finalzinho de 2014 e se desenrolou durante o início de 2015 talvez tenha roubado a cena na comunidade super heróica usando uma premissa 80 vezes mais simples, um elenco muito menor e uma história íntima e comovente. The Valiant foi a saga publicada em 4 partes este ano que colocou o Guerreiro Eterno, Gilad Anni Padda e a Geomancer Kay McHenry contra um inimigo ancestral e recorrente neste universo. A história, de Matt Kindt e Jeff Lemire que tem a arte simplesmente embasbacante de Paolo Rivera (com quem batemos um papo ) envolve os heróis mais poderosos da Valiant em um épico de proporções imensas sem perder o foco nas relações íntimas entre os protagonistas. As repercussões para este universo são tanto definitivas quanto marcante e são sentidas até hoje em títulos como “Bloodshot” e “Eternal Warrior”. The Valiant lançou uma sombra negra sobre o futuro deste universo e com um enredo conciso e dramático e uma arte espetacular é a saga mais consistente do gênero super heroico publicada no ano de 2015.

Leia a minha resenha: HQ do Dia | The Valiant

Dois Irmãos

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EDITORA: Quadrinhos na Cia.

EQUIPE CRIATIVA: Gabriel Bá e Fábio Moon.

DATA DE ESTREIA: Abril de 2015.

O que falar do mais recente trabalho dos geniais irmãos Fábio Moon e Gabriel Bá? História comovente e angustiante de dar nó na garganta em certos momentos? Sim. Referências históricas regionais? Sim. Arte minimalista com fotografia cirurgicamente bruta? Sim! Protagonistas cheios de camadas? Também tem. A adaptação em quadrinhos do romance de Milton Hatoum feita pelos dois artistas e lançada pela Quadrinhos na Cia. este ano é tanto um tributo quanto uma nova maneira de enxergar o conto dos irmãos Omar e Yaqub. Separação, mágoa, cicatrizes… Tudo isso em um ritmo narrativo intenso e uma arte única. Um trabalho de extrema sensibilidade dos criadores de “Daytripper”que partiu daqui do nosso país e conquistou leitores e crítica no mundo inteiro no ano de 2015 com total justiça. Uma das melhores coisas que você pode ler este ano.

Leia minha resenha: HQ do Dia | Dois irmãos

Paper Girls

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EDITORA: Image Comics.

EQUIPE CRIATIVA: Brian K. Vaughan e Cliff Chiang.

DATA DE ESTREIA: 7 de Outubro de 2015.

No meio a um verdadeiro caminhão de (ótimos) lançamentos no ano de 2015 escritos por Brian K. Vaughan (além da sempre fantástica “Saga”) fica complicado escolher um gibi que represente o autor nessa lista de melhores de 2015. No entanto leitores e crítica tem chegado a um consenso de que a história de ficção adolescente protagonizada por quatro entregadoras de jornal no final da década de 1980 é simplesmente um achado neste ano. “Paper Girls” é tudo que você imagina sobre uma aventura sci-fi juvenil ambientada em um pequeno bairro americano na década de 1980. O diferencial é este elenco simplesmente apaixonante desenvolvido por Vaughan e retratado de forma irrepreensível por Cliff Chiang. “Paper Girls”une a sensibilidade do novo indie ao sentimento de nostalgia de um tempo que marcou uma geração inteira de leitores e nos entrega um produto de altíssima qualidade que praticamente não tem nicho de leitura definido. Aquele tipo de título que você espera que nunca tenha fim e talvez a melhor edição de estreia deste ano.

Leia minha resenha: HQ do Dia | Paper Girls #1

The Omega Men

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EDITORA: DC Comics.

EQUIPE CRIATIVA: Tom King e Barnaby Bagenda.

DATA DE ESTREIA: 3 de Junho de 2015.

Quem poderia imaginar que um despretensioso gibi protagonizado por um bando de personagens restolhos do Universo DC nos confins do espaço causaria a comoção que “The Omega Men” causou entre os fãs da DC Comics este ano? Bom… Se você já era familiarizado com o trabalho de Tom King em “Grayson” no pré-Convergence provavelmente poderia imaginar sim. E foi exatamente o que aconteceu. Com uma estreia discreta em um formato de roteiro nada amistoso, mas rico em analogia política, ação e ficção e um design geral muito diferente do que se espera de um título desse tipo “The Omega Men”, apesar de não ter se tornado um sucesso de vendas, rapidamente conquistou uma legião apaixonada de fãs que inclusive postergaram a vida útil da publicação que já tinha cancelamento certo. “The Omega Men” é um trabalho impressionante e extremamente sutil de Tom King aliado a uma arte entorpecente de Barnaby Bagenda. Um título mensal que inicialmente passou despercebido pelo leitor casual, mas que evoluiu de uma forma tão arrasadora dentro da editora que nos força a colocá-lo na lista de mwlhores gibis de 2015 com muita justiça.

Leia minha resenha: HQ do Dia | The Omega Men #1

Divinity

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EDITORA: Valiant Entertainment.

EQUIPE CRIATIVA: Matt Kindt e Trevor Hairsine.

DATA DE ESTREIA: 11 de Fevereiro de 2015.

Na Marvel os deuses são nórdicos e vivem em Asgard. Na DC Comics são uma família de outra dimensão em conflito eterno. Na Valiant o mais próximo que temos de um deus é um cosmonauta soviético e negro chamado Abram Adams. “Divinity” é uma franquia inteiramente nova lançada este ano pela Valiant Entertaiment desenvolvida por Matt Kindt e Trevor Hairsine em uma mini série em quatro partes. Na história que é contada em um roteiro em formato bastante abstrato e seguindo um fluxo temporal próprio somos apresentados a origem de Adam, um dos mais belos contos de ficção espaço temporal contados no ano de 2015 em um universo de quadrinhos. Adam é mostrado como um homem determinado, mas cheio de conflitos e subitamente tem sua vida completamente modificada ao receber o poder de manipulação de realidade. “Divinity” coloca isso tudo no meio do caldeirão do Universo Valiant misturando ficção e drama sci-fi a aventura super heroica com uma arte classuda e um ritmo narrativo coeso. Adams é um dos personagens de quadrinhos mais interessantes introduzidos em 2015 de forma brilhante por Kindt e Haisine e “Divinity” é uma leitura especial para qualquer fã de ficção com sensibilidade apurada.

Leia minha resenha: HQ do Dia | Divinity

Star Wars

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EDITORA: Marvel Comics.

EQUIPE CRIATIVA: Jason Aaron e John Cassaday; Kieron Gillen e Salvador Larroca; Mark Waid e Terry Dodson entre outros.

DATA DE ESTREIA: 14 de Janeiro de 2015.

Não é pelo tamanho da franquia, nem pela quantidade de fãs e nem pelo volume de vendas que a linha “Star Wars” lançada este ano pela Marvel entra na lista de melhores de 2015. O fato é que este novo universo expandido da franquia criada por George Lucas talvez seja o único núcleo conjunto de publicações Marvel que funcionou perfeitamente este ano. Sim, as publicações recentes de “Star Wars” da Marvel “passaram a régua” no antigo universo expandido e isso inicialmente deu o que falar entre os mais xiitas. Entretanto, o quadro em branco que a oferecido às equipes criativas e a seleção de talentos designados para trabalhar tanto nos títulos mensais quanto nas séries limitadas rapidamente convenceu até o membro mais antigo do conselho Jedi de que a Marvel estava fazendo a coisa certa com sua linha Star Wars. Você pode não simpatizar com a editora e muito menos com a franquia, mas escolha um título como “Darth Vader” de Kieron Gillen e Salvador Larroca, a mini “Lando” de Charles Soule e Alex Maleev ou mesmo o título principal “Star Wars” da dupla Aaron e Cassaday e fica difícil contestar a qualidade deste novo universo. A Marvel este ano gerenciou com sabedoria digna de Yoda uma das franquias mais cheias de armadilhas da história da cultura pop, fez mudanças pontuais e certeiras, tornando o novo cânone muito interessante e ainda alimentou o produto cinematográfico com histórias que avançam em direção ao novíssimo Episódio VII. Pelo trabalho consistente “Star Wars” entra na lista de melhores de 2015.

Leia minhas resenhas:

HQ do Dia | Star Wars

HQ do Dia | Darth Vader

HQ do Dia | Princesa Leia

HQ do Dia | Kanan, o último Padawan

HQ do Dia | Lando

HQ do Dia | Star Wars – Shattered Empire

Sheriff of Babylon

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EDITORA: DC Comics.

EQUIPE CRIATIVA: Tom King e Mitch Gerards.

DATA DE ESTREIA: 2 de Dezembro de 2015.

É muito arriscado enfiar um gibi que só teve uma edição lançada em uma lista de melhores do ano. A coisa pode desandar no meio do caminho e a publicação pode tomar um rumo indesejado até seu final. O fato incontestável é que “Sheriff of Babylon” de Tom King e Mitch Gerards está inserido em um das safras mais refinadas de títulos Vertigo dos últimos 10 anos e se destaca no meio de tanta coisa acima da média. A história que se passa durante o início da ocupação Americana no Iraque pós-Guerra de 2004 mistura investigação militar e thriller político e se diferencia diametralmente de grande parte dos gêneros publicados atualmente. Com um formato de roteiro inteligente e dinâmico e uma arte bruta e precisa “Sheriff of Babylon” (assim como Autumnlands foi no final de 2014 e entrou na nossa lista de melhores do ano passado) é uma das apostas mais certeiras dos quadrinhos para 2016.

Leia minha resenha: HQ do Dia | Sheriff of Babylon

Clube da Luta 2

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EDITORA: Dark Horse Comics.

EQUIPE CRIATIVA: Chuck Palahniuk e Cameron Stewart.

DATA DE ESTREIA: 27 de Maio de 2015.

10 anos depois, 2015 é o ano em que você pôde falar sobre o Clube da Luta. A iniciativa sensacional da Dark Horse em publicar o projeto escrito pelo criador da franquia, Chuck Palahniuk ao lado do renomado artista Cameron Stewart (que já conversou com a gente), compensou e temos aqui a continuação da saga caótica de Sebastian e sua nova e problemática família. O roteiro de Chuck dá nova dimensão a este elenco e expande a insanidade de Tyler Durdeen para além dos limites estabelecidos no formato do romance e da adaptação cinematográfica. O formato de roteiro leve e recheado de crítica pontuado com os diálogos atravessados e situações chocantes é apresentado de maneira única por Stewart e faz de “Clube da Luta 2” um dos trunfos da Dark Horse neste ano de 2015.

Leia minha resenha: HQ do Dia | Clube da Luta 2

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2015 foi um ano complicado de se fechar uma lista de “melhores”. O volume de títulos lançados e a surpreendente quantidade de bons títulos novos lançados invariavelmente acabam tornando o trabalho de seleção extremamente injusto com outras publicações.

Portanto, antes de fechar a nossa consolidada é importante destacar alguns outros lançamentos com potencial imenso e que acabaram ficando de fora da lista principal como “Black Magic” de Greg Rucka e Nicola Scott lançada pela Image Comics neste final de semestre; a lindíssima “The Twilight Children” de Gilbert Hernandez e Darwyn Cooke sendo publicada na nova leva de títulos Vertigo; “Injection“, o título de ficção lançado este ano por Warren Ellis e Declan Shalvey via Image; a incrível aventura pelo espaço tempo de Fred Van Lente e Clayton Henry chamada “Ivar, Timewalker” lançada pela Valiant no início do ano e finalmente a promissora “Monstress” – colaboração entre a autora Marjorie Liu e a ilustradora Japonesa Sana Takeda.

É lógico que mesmo assim, faltou alguma coisa ou que tem algum título ali que, na sua opinião, não deveria entrar na lista. Então deixe seu comentário abaixo e que venha 2016.

E aí, curtiu?

Escrito por Igor Tavares

Carioca do Penhão. HQ e Videogames desde 1988. Bateria desde 1996. Figuras de ação desde 1997. Impropérios aleatórios desde 1983.

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