Ghost of Tsushima | Dicas para se tornar um grande Samurai
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Ghost of Tsushima | Dicas para se tornar um grande Samurai

No mundo do game essas dicas serão valiosas para deixar sua aventura mais épica

“Ghost of Tsushima” foi um nome dito por alguns anos antes de seu lançamento, sendo mostrado durante a E3 com seu modelo diferenciado e promessa de uma grande história. Mas não estou aqui para analisar o game, afinal já temos uma review completa sobre o que achamos dessa obra de arte em forma de game. Desta vez, estou aqui para ensinar a melhor forma de aproveitar esse jogo e facilitar sua vida durante a gameplay, com algumas dicas que serão valiosas.

Como qualquer outro game quando conquistamos alguma nova habilidade e até arma, aprendemos a melhor forma de manusear e utilizar nos momentos corretos. Então não estranhe caso leia algo que está aqui e acabe vendo novamente durante a jogatina. Então vamos ao que realmente interessa.

Sempre alterne sua forma de combate

A batalha pela conquista de Tsushima não será fácil, afinal se fosse não teria nenhuma graça. Quando lutamos contra saqueadores, mongóis e os chapeis de palha, devemos estar bem atentos durante as lutas, já que mesmo sendo possível o modo furtivo as vezes teremos que encarar uma luta de frente e sem rodeios.

Nossos inimigos podem conter um ou duas espadas em mãos, os espadachins; temos também os escudeiros, que dominam uma arma e escudo; os lanceiros, que utilizam uma arma longa; e os brutamontes, que são guerreiros com o dobro de nosso tamanho. Pelo menos na maior parte do tempo.

Captura do game “Ghost of Tsushima” – Técnicas de postura

Em ambas as quatro posturas teremos quatro aperfeiçoamentos para serem feitos, em que todas têm algo em comum que é o estilo de melhora, então falarei no geral a eficácia da postura valendo para todas. O primeiro upgrade após a liberação da postura, é o que possibilita dois ataques seguidos ao segurar o triangulo e solta-lo; o segundo aumenta o dano de atordoamento do ataque com a postura; o terceiro realiza um combo de três a cinco ataques seguidos, mas que em dois deles – o do Vento e da Lua – defende o ataque mais rapidamente ou ganha mais dano de atordoamento; o quarto e último upgrade deixa os ataques mais pesados contra os inimigos,  dando mais danos e atordoando com mais facilidade.

Quando estiver em grandes ataques alterne rapidamente sempre entre as posturas, já que elas facilitam a batalha entre os inimigos, acabando com eles de forma mais rápida e eficaz. E sempre faça tudo com muita calma e sem desespero, mesmo que esse game não seja um “Sekiro”, ainda devemos atacar com calma e respirar igual um Samurai na batalha.

Explorar é sempre importante

Durante nossa jornada com Jin Sakai teremos um amplo mapa para ser aberto, algo que funciona super bem durante nossa campanha, até lembrando um pouco o esquema de “Days Gone” que ao completar um certo ponto é possível abrir a segunda parte do mapa ao avançarmos a história principal. Não é algo difícil de se fazer, mas sim trabalhoso. Mas acreditem em mim quando digo que vai valer a pena cada segundo abrir o mapa 100%.

Em meio essa saga começaremos em Izuhara, na qual faremos a liberação de: Azamo, Tsutsu, Ariake, Komatsu, Kashine, Komoda e Hiyoshi. Após tudo isso, caso você seja organizado e tenha toque em abrir tudo igual minha pessoa, chegaremos ao canto de Hiyoshi no Castelo Kaneda e que ao libertamos o Lorde Shimura teremos a chance de avançar para a outra parte do mapa, Toyotama. Nessa segunda área teremos: Akashima, Umugi, Kawa, Kushi, Otsuna, Kubara, Sago, Kin e Jogako.

 

Por todo o mapa encontraremos as Tocas de Inari, Templos de Amuletos, Haikus, Pilares da Honra, Fontes Termais, Acampamentos para serem liberados dos Mongóis, Farol para serem acesos, desafios do bambu e muito mais. A lista de coisas que teremos que encontrar é absurda, mas ajudam no progresso e evolução de Jin em sua jornada para libertar a ilha de Tsushima.

Não deixe de explorar cada canto e pontos de “?”, já que são neles que encontramos os lugares escondidos e tão valiosos para o personagem crescer. Faça as missões principais sempre, mas dê uma atenção especial para as secundarias, contos de personagens e pontos especiais. Uma dica importante é sempre que possível mudar seu vestuário nesses momentos, por exemplo: quando estamos lutando usar uma armadura mais forte e sempre que fizermos a exploração de itens mudar para a roupa de viajante, que acaba tendo um alcance de até 60m de onde pode ser encontrado um item importante para a história.

Os artefatos contam histórias

Em nossa jornada encontraremos itens importantes para nossa história. Os itens de exploração e o que levamos em nossa bolsa são importantes, mas ainda mais valioso por nos explicar mais sobre alguns personagens chave da história e até mesmo pessoas que morreram naquela casa ou vila são ainda mais especiais.

Em nossas opções temos uma barra “Coleções”, onde teremos os “Artefatos”. Nesse espaço teremos acesso as Bandeiras Sashimono, que levamos para o Monge na Forja de Komatsu, e é ele quem irá explicar um pouco sobre a história de grandes clãs que viveram naquelas regiões e sua importância. O game fala muitos nomes durante a campanha, então é sempre interessante conhecer esses grandes nomes de famílias que cuidam de Tshushima e formada por Samurais e fortes guerreiros.

Também encontraremos os “Grilos Sonoros”, que ajudam na liberação de novas melodias para nossa flauta. Eles podem ser encontrados muitas vezes em cemitérios em cima de túmulos. Os “Itens Essenciais” funcionam como itens de missões, como chaves para abrir alguma porta para encontrar uma armadura sagrada ou cartas que ajuda a encontrar nosso próximo objetivo. As vezes podem vir até pinturas que mostram qual o próximo ponto devemos explorar para encontrar o que buscamos naquele conto.

Captura do game “Ghost of Tsushima” – Artefatos

Os “Artefatos Mongóis” sempre serão encontrados em acampamentos que liberamos ao matar um grupo que ali está instalado. Esses artefatos explicam um pouco de sua cultura e naquilo que acreditam. Muitos deles são criados pelos próprios e até mesmo absorvidos de outras culturas pelos quais eles já exploraram para expandir seu império. E é claro o que não poderia faltar são os “Registros”, que são cartas encontradas por toda a ilha. Muitas contam sobre famílias pequenas que ficaram doentes ou precisaram fugir do ataque dos Mongóis e outras são de conversas de soldados com o próprio Khotun Khan, nos aguçando a entender um pouco quem é o líder Mongol e seus objetivos.

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E aí, curtiu?

Escrito por Guta Cundari

Do cinema para o jornalismo. Amante de filmes e games, fã filmes de terror trash e joguitos que duram meses. As Premiações pelo mundo todo que me aguardem e os noobs que sofram.

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