Resenha – Akame ga KILL!

A força das mulheres

A história começa com Tatsumi, um garoto que sai de sua vila para se alistar no exército com o objetivo de adquirir riquezas e então poder ajudar o seu povo. E assim que chega na capital, o garoto que idealizava o exército e a sua função de proteger as pessoas descobre que na verdade tudo o que imaginava estava errado. Na verdade, a Capital Imperial está afundada em meio à violência e corrupção. De um lado está o exército e do outro, um grupo rebelde chamado Night Raid que – aparentemente – se opõe àqueles que visam manter a segurança e a ordem na capital.

Resenha - Akame ga KILL! | A força das mulheres.

Logo em seu primeiro dia na cidade, Tatsumi passa por uma experiência traumática e, em seu desfecho, acaba sendo sequestrado pelos Night Raid. Com suas crenças abaladas, o jovem já não mais sabe diferenciar a verdadeira justiça. Tatsumi descobre que na verdade os Night Raid são um exército revolucionário, cuja verdadeira intenção é libertar a capital do atual governo, assassinando todos aqueles que agem de maneira corrupta.

Resenha - Akame ga KILL! | A força das mulheres.

Liderados pela imponente Najenda, os Night Raid são guerreiros poderosos, que treinam arduamente quando não estão cumprindo suas missões. Cada um desses lutadores tem a sua própria Teigu, que são armas extremamente perigosas, cada uma com sua particularidade e que devem se adequar ao seu usuário para realmente atingirem todo o seu potencial.

Resenha - Akame ga KILL! | A força das mulheres.

O enredo do anime prende desde o seu primeiro episódio. As cenas de luta não medem esforços para serem violentas e intensas. Um detalhe bem interessante e que é frequentemente abordado no decorrer dos episódios é o traço dos rostos dos personagens. Alguns demonstram feições pacíficas e dóceis durante grande parte de seus diálogos, mas quando realmente mostram a maldade que existe em si mesmos as características faciais mudam drasticamente para algo aterrorizante. Um detalhe muito bem observado pela animação e muito cabível ao contexto do anime.

Resenha - Akame ga KILL! | A força das mulheres.

Agora, você provavelmente deve estar se perguntando onde o título desta resenha se encaixa em tudo o que eu falei até agora. Pois então, agora vamos nos concentrar no que realmente pretendo ressaltar aqui. Não me lembro da última vez em que assisti um anime com uma presença tão significante de tantas mulheres, pelo menos não nos títulos recém lançados. Lembrando que essa comparação é baseada única e exclusivamente nos animes que tive a oportunidade de acompanhar. Mas sim, há muito tempo eu não tinha o prazer de ver tantas mulheres fortes. E não digo fortes apenas de espírito, mas também fisicamente! E elas ocupam todo tipo de posição em Akame Ga KILL!, desde guerreiras com habilidades muito específicas até posições de liderança.

Resenha - Akame ga KILL! | A força das mulheres.

Najenda é a líder dos Night Raid. Do lado oposto, o governo cria um grupo especializado para defender a capital, os Jaegers, liderados por outra mulher, chamada Esdeath, que acaba sendo a maior e mais perigosa inimiga dos Night Raid, capaz de ser derrotada apenas por uma outra mulher, membro do grupo revolucionário. As lutas protagonizadas por todas as personagens femininas são intensas e elas não são poupadas nem um pouco. É realmente empolgante.

Resenha - Akame ga KILL! | A força das mulheres.

Não pretendo me estender falando de cada uma, mas faço questão de citar todas elas, começando por Akame que apenas pelo fato de ter seu nome no título do anime já dispensa qualquer apresentação de minha parte. Leone é uma mulher durona, mesmo! Ela e Akame formam minha dupla favorita do anime. Além delas, as outras integrantes dos Night Raid, Sheele, Chelsea e Mine protagonizam lutas tão incríveis que você evita piscar para não perder algum momento. Integrando os Jaegers junto com Esdeath (que é muito…MUITO overpower) estão Kurome e Seryu, responsáveis por dar bastante trabalho aos membros dos Night Raid.

Resenha - Akame ga KILL! | A força das mulheres.

Não desmerecendo os personagens masculinos, pelo contrário. Bulat, Susanoo e Lubbock fizeram papeis importantíssimos na trama da animação e merecem seu destaque. Os integrantes masculinos dos Jaegars também são marcantes, como Wave, Run e Bols. Mas, verdade seja dita, as mulheres roubaram a cena em Akame Ga KILL!.

Resenha - Akame ga KILL! | A força das mulheres.

A abertura, animação, enredo, desenrolar da história, tudo é muito bem feito e funciona muito bem. Essa é uma recomendação certa minha, principalmente pelo fato de que há muito tempo um anime não prendia minha atenção tão efetivamente. Então, se você ainda não assistiu Akame Ga KILL!, adicione-o à sua lista. Mas, esteja avisado desde já que a regra de Game of Thrones pode e deve ser aplicada à este anime. Não se apegue à NINGUÉM! E acredite em mim, você vai querer ver a luta final.

Confira o trailer:

Gostou? Tem mais!

Clique e leia: Resenhas de animes e mangás

Por Barbara


VEJA TAMBÉM:

COMENTE:

© 2018 Proibido Ler. Todos os direitos reservados.