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Resenhas

Esquadrão Suicida (2016) | Os melhores dos piores

Resenha completa e sem spoilers de “Esquadrão Suicida” (2016), longa que explora o outro lado da justiça com os melhores dos piores.

O tão esperado e, porquê não dizer polêmico, longa contendo alguns dos ícones da galeria de antagonistas da editora americana DC Comics, finalmente chegou às salas dos cinemas do Brasil trazendo consigo muitas expectativas para atender, tanto para com a sua plateia de fãs fiéis quanto para com os que só ouviram falar deles algum dia em algum lugar. Bem mais do que isso, em uma época em que filmes inspirados no universo heroico dos quadrinhos já possuem um espaço sólido, o longa traz uma vertente um tanto quanto inusitada e divergente: explorar o outro lado da justiça em missões que transformam os vilões em verdadeiros “heróis”.

Assim como sua base nas histórias em quadrinhos, a Força Tarefa-X, extra-oficialmente conhecida por Esquadrão Suicida, surge quando o governo dos Estados Unidos reúne um grupo de supervilões condenados pela justiça que recebem a tarefa de realizar missões consideradas impossíveis (ou “suicidas”) para o governo em troca da redução de suas sentenças. Porém, a primeira missão desta equipe proposta para o longa acontece de maneira um tanto quanto imprevisível para os envolvidos. Consequentemente, a aparente simples missão dada a este Esquadrão Suicida se resume a fazer um resgate e, posteriormente, anular a ameaça até então desconhecida. Porém, nada é tão simples e fácil em uma missão desta força tarefa.

Esquadrão Suicida (2016) | Os melhores dos piores

Inicialmente o Esquadrão Suicida é apresentado de forma bastante peculiar e interessante, com membros que, obviamente, não possuem quaisquer habilidades sociais abundantes e muito menos o interesse em trabalhar em equipe. Ou seja, que simplesmente preferem trabalhar e agir à sua maneira e por conta própria. Devido a isso, você não presencia um grupo efetivamente já formado, que já aceita suas diferenças e tem um ritmo e química moldados de forma sólida. E não poderia ser de forma diferente para um grupo em processo de formação. Pelo contrário, é perceptível o processo de sincronização entre tais membros, tornando a equipe dinâmica e bem mais “humana” a medida que o longa progride.

É interessante ver como esses personagens se relacionam com o ambiente e situações propostas pela trama, assim como entre si, e se desenvolvem no decorrer da realização da mesma. A importância e função que cada integrante da equipe representa e/ou supre são nítidas, embora contrastantes no quesito “tempo de tela”, ressaltando o aspecto de relacionamento e desenvolvimento mencionado. Contudo, os destaques da equipe estejam voltados com maior enfase para Rick Flagg,  Pistoleiro e Arlequina, os demais membros da equipe conseguem fazer uma boa presença e deixar sua “marca” na formação desta primeira equipe.

Esquadrão Suicida (2016) | Os melhores dos piores

O Coringa é apresentado de maneira interessante e agradável, com uma apresentação divergente de tudo que já pudemos presenciar em longas até agora. Este é um Coringa com um tom mais “moderno”, gangster, mas que ainda exibe formidavelmente sua loucura, insanidade, imprevisibilidade e sorriso “mortal”, atraindo uma atenção certamente interessante. A presença do Coringa foi feita de maneira que não ofuscasse os verdadeiros protagonistas do longa, sem possuir qualquer ligação para com a equipe e seus demais membros, com exceção, é claro, da Arlequina.

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Por sua vez, a relação entre o Coringa e Arlequina relembra seus primórdios e remete aos “bons dias” do casal, sendo explorada atrativamente e de forma agradável em seus momentos de tela. Não poderia ser diferente, uma vez que estes personagens são recém introduzidos ao universo cinematográfico da DC Comics e, consequentemente, não estão tão evoluídos quanto nos quadrinhos. Ou seja, você não verá, ao menos por enquanto, uma Arlequina que já superou a figura do Coringa, mas sim uma que em sua essência, é apaixonada e obcecada por ele. De todo modo, é algo cujo desenvolvimento de relacionamento pode ser formidavelmente explorado num futuro. Por sua vez, Jared Leto consegue interpretar o personagem atrativamente e divergente, tendo uma boa sinergia para com a Arlequina de Margot Robbie, que também deixa boas impressões para a primeira versão live-action da personagem.

Esquadrão Suicida (2016) | Os melhores dos piores

A trama do roteiro para Esquadrão Suicida assinada por David Ayer, é simples e de fácil imersão do público ou ao menos para quem já está acostumado com histórias do tipo no mundo dos quadrinhos. Mesmo que contando com certa novidade e com uma infinidade de pegada de segmentos da cultura pop e da ideia de que tudo “pode piorar”. No entanto, embora tenha seus momentos divertidos e atrativos, a trama proposta exagera em certos momentos alívio cômico que acabam por quebrar o clima exercido por uma cena que já tinha envolvido o espectador. Além disso, também é perceptível os cortes durante o primeiro ato, que podem acabar por atrapalhar partes da interpretação da trama e quebrar o ritmo exercido para o ato.

Todavia, David Ayer consegue apresentar um roteiro agradável que ao fim destaca a complementação dos membros em uma verdadeira equipe, desenvolvendo-os tanto isoladamente quanto em grupo. Suas motivações, ainda que contrastantes em tempo de tela, são explorados de boa maneira, destacando o lado mais “humano” dos metahumanos em um momento cujo fator de “aleatoriedade”, parece enfim acabar e atingir a um interesse em comum por parte dos membros. Ressaltando que, caso você não tenha conhecimento de todos os personagens envolvidos no longa, o roteiro lhe dá um belo vislumbre forte o suficiente para atiçar o interesse para os quadrinhos.

Esquadrão Suicida (2016) | Os melhores dos piores

Certamente Esquadrão Suicida é um longa atrativo, com uma temática diferente e prazerosa de se assistir e acompanhar. Seu desenvolvimento ao fim é agradável e dá a devida atenção aos que participam do seu desenvolvimento, assim como para as boas doses de ação, destaque de personagens (em especial as mulheres), diversão (não necessariamente engraçado) e uma incessante pegada de cultura pop regado a uma fantástica trilha sonora que termina deixando o gosto de “quero mais do que o universo cinematográfico da DC Comics tem para oferecer”, enquanto que os sentimentos de agrado e satisfação para com os melhores dos piores permanece.

Ao fim, aproveitamos para ressaltar que caso tenha interesse para assistir ao longa, vá ao cinema e assista o filme. Crie sua própria opinião e faça com que ela seja respeitada.  A opinião mais importante acima de tudo, ainda é a sua!

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All I hear is doom and gloom. And all is darkness in my room. Through the night your face I see. Baby, come on. Baby, won't you dance with me?

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