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The Flash: season finale, easters egss, referências e muito mais

Uma resenha completa do último episódio da série, “Fast Enough”, respondendo algumas dúvidas e abordando o futuro da série

Definitivamente The Flash foi um dos melhores shows televisivo do último ano. A série nos apresentou  uma nova história abordando as origens do velocista Barry Allen em um processo de evolução notável da série e dos envolvidos. Isso é uma grande realização, afinal, como é de conhecimento do público, programas televisivos tendem a ter uma quantidade relativamente pequena de episódios em cada temporada, a média é de 13 a 20 episódios. Sendo assim, fica mais difícil  ainda manter a audiência e a inovação juntamente com os seus efeitos especiais.

Durante toda a temporada, Barry Allen passou um bom tempo articulando como faria para salvar sua mãe e seu pai. Além de suas aventuras um tanto divertidas ele usa seus dons como o Flash para salvar as pessoas e parar outros meta-humanos.

Indo para o  último episódio da temporada, The Flash tinha algumas expectativas bastante robustas para atender. Felizmente a série nos proporcionou algo que o que os fãs de quadrinhos e da própria série esperavam, tendo no processo o atendimento de todas essas expectativas. A trama que movimenta o episódio se baseia na necessidade da equipe da Star Labs (com participação especial do Nuclear) trabalhar com  Eobard Thawne, o Flash Reverso, para salvarem Nora Allen de seu terrível destino. Porém, mudar o fluxo-temporal pode trazer riscos incalculáveis –Flashpoint Paradox que nos diga.

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O episódio começou com algo esperado pelos fãs a medida que a temporada se estendia: um confronto forte e de certos jogos emocionais entre Eobard Thawne e Barry Allen, onde Eobard Thawne dá a chance de Barry Allen voltar no tempo para salvar sua mãe em troca da volta para o seu tempo, o futuro. Numa boa interação e atuação entre Grant Gustin e Tom Cavanagh,  Eobard Thawne se mostra enfurecido por ter tido a noção de que a morte de sua mãe deixaria Barry Allen arrasado, porém foi por causa desse ato que Barry se tornou o homem mais rápido da Terra.

Leia mais: A lista completa das animações da DC Comics

A oportunidade oferecida a Barry Allen acaba por envolver a equipe da Star Labs e a família West, aqui nós vemos que viajar no tempo e alterá-lo pode ser complexo e gerar, como já citado, riscos incalculáveis. O fato de  Barry Allen mudar o passado significaria que ele só não teria a chance de crescer com a sua mãe ao seu lado, mas o seu pai também nunca seria preso pela acusação de assassinato. Por outro lado temos a presença de um confronto de idealidades: a chance de ter uma vida teoricamente ideal valia a pena o suficiente para dar por perdido o que ele (Barry Allen) já havia conseguido?

O debate que se moldou diante deste dilema levou a muitos momentos de emoção bem explorados e apresentado na mediada certa, levando o show e seus envolvidos a um nível de atuação incrível, fazendo assim um dos melhores season finales deste ano.

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Tal feito de viajar no tempo é algo difícil, principalmente para um Flash no início de sua forma e aprendizado de habilidades, percebemos isso quando Eobard Thawne cita: “Se você não correr rápido o bastante através do acelerador de partículas para se fundir com o elemento e criar o buraco de minhoca no momento certo, você pode morrer”. Acrescentado mais tarde pelo Dr. Martin Stein, “que o tempo gasto por Barry Allen no passado poderia gerar uma anomalia”, no caso, um buraco negro.

As probabilidades não tão favoráveis e tendo ambas as suas figuras paternas com opiniões divergentes sobre a realização de tal ato, deixam Barry Allen em um processo de escolha complicado e confuso. Ambas figuras paternas de Barry acabam por fazer isso por razões egoístas, embora compreensíveis, onde Joe defende que Barry mantenha-se a felicidade potencial em seu nome, e Henry, não quer que ele (Barry Allen) faça qualquer coisa que mude o homem que ele se tornou.

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Eobard Thawne, como Harrison Wells e Cisco tem se tornado um dos emparelhamentos mais forte da série, em grande parte, por Tom Cavanagh e Carlos Valdes trazerem uma quantidade inestimável de profundidade aos seus personagens. Entregando assim, dois dos desempenhos mais consistente da temporada. A cena onde Cisco confronta Eobard é feita de modo incrível ressaltando o desempenho de seus interpretes, e o momento em que Eobard revela que Cisco foi um dos afetados pelo acelerador de partículas é ainda mais fascinante.

Definitivamente a série passou a temporada abordando de forma inteligente e sem uso exagerado, as questões emotivas que interligavam seus personagens desenvolvendo os mesmos de forma que atraísse e cativasse a atenção do publico, tendo poucos momentos em que tais questões deixaram o roteiro e a realização da trama um pouco confusa.

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A introdução de um dos elementos mais fundamental do personagem, foi de forma consistente e abordada com questões teóricas que destacam a sua importância: sendo esse elemento a Força de Aceleração. Vemos Barry canalizar e acessar a Força de Aceleração viajando através da mesma onde podemos ver resultados potenciais de sua vida no passado, presente e futuro (incluindo o Museu do Flash -algo fundamental no universo do velocista- e um vislumbre de Caitlyn Snow como Nevasca) em uma cena de efeitos muito bem feitos e realizados. Com a introdução da Força de Aceleração, o futuro da série continua a se manter abrangente e com muito conteúdo a ser explorado.

O ponto alto do episódio se baseiam no plot twist incrível e bem realizado, surpreendendo qualquer fã da série e de quadrinhos em geral. Tais reviravoltas proporcionaram um momento incrível de combate entre Flash e Flash Reverso, tendo interligações com um dos fatores que mais valorizam essa série: os efeitos especiais. A presença de um Flash e seu heroísmo árduo em um combate até então definitivo – ao menos nessa primeira temporada – contra um Flash Reverso explodindo de fúria e raiva, torna todo o processo de lutas em slow-motion uma coisa linda de ser apreciada.  Vale destacar que, os efeitos são muitos bem feitos e que assimilam muito a efeitos utilizados em obras cinematográficas.

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Toda a primeira temporada de The Flash gerou uma credibilidade enorme ao herói, seus criadores, produtores e demais envolvidos parecia desfrutar dos personagens e marcos presente no universo do velocista escarlate. Esta série foi uma das primeiras da DC Comics a ser inspiradas em quadrinhos sem ter a pretensão de falso humor e mantendo-se preso em algo realista. Criando também uma série com atores de presença e atuação forte e demonstrando uma evolução notável no quesito de efeitos gráficos, considerando que se trata de uma produção para a TV, tornou todo o processo de adoração e aceitação do público em geral mais simples.

Particularmente falando, como fã incontestável do personagem e seu universo, fiquei muito animado e feliz com o rumo que a série tomou e com o rumo que ela está tomando. Claramente você pode achar alguns erros durante a temporada, mas nada que se sobressaia durante a gigante onda de acertos e trabalho bem idealizado e realizado na série. Nos resta esperar pela a segunda temporada e que ela continue mantendo o nível. Já está confirmado a renovação para a segunda temporada, com previsão de estreia para o final deste ano.

Leia mais: The Flash | Uma teorização definitiva

Reunindo todos os acontecimentos deste episódio, podemos idealizar acontecimentos que poderão vir a acontecer na segunda temporada. Se considerarmos como a temporada terminou, Barry indo de encontro com o buraco negro para tentar pará-lo e o easter-egg que comprova a existência de Jay Garrick no universo. Ou melhor, no multiverso da série, podemos deduzir que a segunda temporada explorará os multiversos. Para quem não sabe, Jay Garrick foi originalmente o primeiro Flash. Nos quadrinhos o primeiro velocista da DC Comics teve sua existência apagada da mente de todos como consequência de um confronto com seus arqui-inimigos Mago, Pensador e Penumbra. Quando um domo sombrio cobriu Keystone City, todo o mundo passou a acreditar que Jay Garrick era apenas um personagem de histórias em quadrinhos. Anos depois, Jay foi libertado da dimensão que estava preso por Barry Allen, até então, o segundo Flash.

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O buraco negro que está cobrindo Central City e ao qual Barry está tentando parar, pode ser a chave que coloca Barry ao encontro de Jay Garrick, já que nas obras fictícias em gerais, buracos negros servem como portais para outras dimensões. Entretanto como Barry conseguirá impedir a anomalia de causar tamanha destruição ainda é um mistério. Ressaltando que isso é apenas uma idealização feita por este autor, não tem nada comprovado até o momento.

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Gostaria de ressaltar que o buraco negro que está cobrindo Central City é uma manifestação física e não uma manifestação do espaço-tempo. Ou seja, ao contrário das teses que estão se espalhando de que o buraco negro surgiu devido a algum tipo de paradoxo temporal ocasionado nesta linha do tempo, o buraco negro foi criado devido a quantidade de matéria negra que se expandiu por causa da abertura prolongada do portal que Barry utilizou para viajar no tempo. Que consequentemente a matéria negra começou a absorver a matéria e assim surgindo tal singularidade.

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Os acontecimentos ocorridos ao final do episódio também levou aos fãs se questionarem sobre tudo o que presenciaram até então. Com o destino moldado para Eobard Thawne, veio a idealização de que um paradoxo temporal estaria acontecendo, já que em teoria nunca teríamos os eventos da primeira temporada, nem mesmo um Flash, decorrente de que “o homem que fez isso não existe mais”. Porém, essa idealização é falha.

Não poderíamos precensiar um paradoxo temporal, pois a existência de Eobard Thawne é algo real, fixo no espaço-tempo do universo. E ainda temos que considerar que, Eobard Thawne vivia o seu presente-futuro no passado que, consequentemente é o presente-futuro de Barry Allen e de Harrisson Wells também. Vale lembrar que nas histórias em quadrinhos Eobard Thawne já foi assassinado por Barry Allen e nenhum paradoxo temporal ocorreu devido aos fatores citado acima.

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Para os fãs que acompanham as aventuras do velocista nos  quadrinhos, uma coisa é clara: Flashs Reversos vem e vão, mas Eobard Thawne sempre retorna. Apesar de ter sido desintegrado dessa linha do tempo, isso não implica que o personagem não possa retornar em um futuro da série. Entre muitas das explicações para o seu retorno, podemos ter: sendo capaz de acessar a Força de Aceleração, o subconsciente de Eobard pode ter permanecido adormecido e oculto onde ele pode ser restaurado ao longo do tempo – já que Barry Allen em um futuro próximo irá canalizar e acessar cada vez mais a Força de Aceleração, deixando assim uma “porta aberta” para o seu retorno.

Vale lembrar novamente, que nos quadrinhos, Eobard Thawne já retornou da morte várias vezes. E mais recentemente no fim dos Novos 52 e pós-Convergência, ele retornou mesmo tendo sua existência completamente apagada do espaço-tempo do universo nos eventos de Flashpoint Paradox.

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Se você ainda se mantém incrédulo sobre isso – ainda mais com a confirmação de Tom Covanagh para a segunda temporada – principalmente pelo os acontecidos à Eddie Thawne, um fato comprova tal ideologia: Eobard Thawne é necessariamente um descendente de Malcon Thawne e não de Eddie Thawne – que aparentemente faz parte da família Thawne -. Ou seja, o fator fundamental que mantém a existência de Eobard Thawne é a existência de Malcon Thawne e não necessáriamente a de Eddie Thawne.

Para quem não sabe, nos quadrinhos Malcon Thawne é o alter-ego do personagem Azul Cobalto e, é irmão gêmeo de Barry Allen. Os dois foram separados no nascimento e Malcon acabou adotado pela a família Thawne. O personagem ainda não foi introduzido na série, mas isso não implica que o personagem não exista ou não vá ser adicionado no futuro.

Com isso podemos deduzir que mesmo que tenhamos visto Eobard Thawne ser completamente desintegrado da linha do tempo, isso não indica que ele teve sua existência apagada do espaço-tempo do universo, mas talvez, apenas teve sua existência “reposicionada” no fluxo-temporal. Consequentemente, a ordem dos eventos se manteve intacta e tudo que presenciamos continua a ser existencial.

Veja também: The Flash | Grant Gustin escreve carta de agradecimento aos fãs

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All I hear is doom and gloom. And all is darkness in my room. Through the night your face I see. Baby, come on. Baby, won't you dance with me?

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