Review – Crash Bandicoot N’Sane Trilogy | A nostalgia de volta ao seu Playstation

3 meses atrás ( 05/06/2017 )

Falar do nosso amado marsupial Crash Bandicoot é sempre uma coisa boa. Aposto que aquela risada no canto da boca apareceu, relembrando as tardes inteiras na frente do seu PS One, matando as lições de casa, enquanto ensebava o seu controle com as mãos sujas de salgadinho , com aquele cheiro maravilhoso de meia suja, não é mesmo?

Crash Bandicoot teve seu nascimento no nosso querido Playstation One, em setembro de 1996, tendo a sua imagem associada a Sony e seus consoles até hoje (mesmo tendo outros games lançados nas mais diversas plataformas, como Xbox, Wii e até IOS). O jogo prima pela simplicidade, onde nos movemos por um cenário 3D, destruindo caixas, se esquivando de vilões e coletando frutas Wumpa, que nada mais são do que uma mistura de maçã, pêssego e manga (!?).

Como todo herói de peso precisa de um ótimo antagonista, Crash luta contra o nefasto cientista Neo Cortex, que tem por objetivo de vida, nada mais, nada a menos, do que dominar todo o planeta Terra, porém acaba tendo os seus planos frustrados pelo nosso marsupial favorito.

Deu vontade de relembrar a infância? Não se aflija jovem gafanhoto! Pois neste mês, mais precisamente no dia 30 de junho de 2017, será lançado para PS4 (há rumores que futuramente será re-lançado em outras plataformas também) os três primeiros jogos do Crash, intitulados como “Crash Bandicoot N’Sane Trilogy”. Mesma jogabilidade, mesmos cenários, nosso amado Crash totalmente remodelado para a nossa oitava geração, a 1080P e 60FPS!

Será um compilado dos 3 primeiros jogos do nosso marsupial:

Crash bandicoot – Lançamento original em setembro de 1996

Esta primeira aventura do nosso marsupial é ambientada em sua terra natal, a ilha fictícia de Wumpa, um arquipélago localizado na costa noroeste de Austrália.  Este game possui no total de 32 fases, sendo duas fases secretas e seis fases de chefes. Todas estas fases, com exceção das fases onde enfrentamos chefes, existem caixas para serem quebradas, onde encontramos diversos itens que nos ajudam no decorrer do game, como frutas Wumpa (juntando 100 frutas Wumpa, ganhamos uma vida extra), moedas de bônus  do Dr. Neo Cortex, Dr. Nitrus Brio e da Tawna (sua namorada), além de  moedas do próprio Crash e Máscaras de Aku Aku, que nos acompanham pela fase e impedem de morrermos caso recebermos algum dano (menos se cairmos em alguma vala e afins).

Os cientistas do mal, Dr. Neo Cortex junto com Nitrus Brio, criam um plano para desenvolver um exército de animais mutantes. Apesar dos avisos do Dr. Nitrus Brio de que a máquina chamada de Vórtice de Cortex, está inacabada, Cortex insiste para que ela seja testada em mais um animal (Crash Bandicoot, nosso futuro herói). Como previsto, o experimento falhou e Crash não se tornou mal, diferentemente dos outros animais. Crash foge, deixando Tawna no castelo de Cortex, mas volta para resgatá-la, enfrentando todos os tipos de perigos e vilões.

Crash Bandicoot 2: Cortex strikes back  – Lançamento original outubro de 1997

A segunda aventura do nosso herói favorito é dividida entre 36 fases, sendo que seis destas são fases bônus e a fase final você enfrenta o chefe. Após ser arremessado de seu dirigível, o Dr. Neo Cortex cai em uma caverna localizada na ilha N. Sanity, e acaba sobrevivendo misteriosamente a queda. Ao acender um fósforo, para iluminar a caverna, ele enxerga um grande cristal róseo, que o faz ter uma grande e perversa ideia.

Depois de um ano, Cortex projeta uma estação espacial, junto com o seu novo assistente, o ciborgue N. Gin. O seu novo plano consiste em construir uma nova e melhorada “Vórtice de Cortex”, a mesma máquina utilizada para construir o seu exercito animal, no primeiro jogo e, para isso, eram necessários exatos 25 cristais.

Enquanto isso, sem desconfiar de nada, o nosso intrépido herói Crash descansa na Terra, acompanhado de sua irmã caçula, Coco. Digitando histericamente em seu notebook, Coco acaba com sua bateria, pedindo para seu mano Crash ir buscar uma outra. No meio do caminho, Crash é abduzido pelo Dr. Cortex, dizendo que desistiu do mal e que precisa de Crash para ajudá-lo a destruir uma força maligna sobrenatural, que segundo ele acabará com a Terra. Em certo momento da história, sedento por vingança, o ex-ajudante de Cortex, Dr. Nitrus Brio ressurge, pedindo para que Crash colete gemas para seu laser, com o intuito de destruir a estação espacial de Cortex, e para que Crash não consiga coletar os cristais, Dr. Nitros cria o Tiny Tiger, um tigre-da-tasmânia marombado, mas Crash acaba derrotando-o.

Depois de coletar todos os cristais para o Dr. Cordex, Crash consegue falar com sua irmã,  que o avisa do real interesse do Dr. Cordex. Crash então se junta com o Dr. Nitros e Coco para utilizar o poder das gemas em um canhão laser e, assim, destruir a estação espacial.

Crash Bandicoot: Warped – Lançamento original outubro de 1998

A terceira aventura do nosso mascote de estimação é dividida em 42 fases, sub-divididas em oito temas: idade média, pré história, Arábia do século XIV, China do século XVII, Antigo Egito, EUA futurista, Europa na primeira guerra mundial e EUA nos anos 50.

Após Crash ter destruído a estação espacial do Dr. Cordex, uma de suas partes cai na Terra e acerta um monumento antigo, liberando uma entidade do mal denominada Uka-Uka (imão de Aku-Aku, a entidade protetora de Crash).

Em um futuro distante, Uka-Uka briga com o Dr. Cortex, que, por causa de sua incompetência, perde os cristais e diamantes no contínuo espaço/tempo. Mas com a ajuda do Dr. N. Tropy, novo ajudante do Dr. Cortex, cria o tornado temporal, para recuperar os cristais e diamantes perdidos. Aku-Aku avisa sobre seu irmão maligno para Crash, e de suas intenções de dominar o mundo, juntamente com o Dr. Cortex, e que para isso não acontecer, Crash deverá juntar todos os 25 cristais no tornado temporal, assim derrotando tanto Dr. Cortex, quanto seu novo assistente e a entidade Uka-Uka.

Os gráficos estão fantásticos, acompanhados da mesma velha e excelente jogabilidade, embrulhadas com aquele ar nostálgico da nossa infância, e com certeza será tão divertido quanto o original. Só não vale enforcar o trabalho pra ficar jogando heim? Pois como já diria nosso querido Sheldon: Video-Games não se compram sozinhos!

 


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