Kuroko no Basket

Basquete e trabalho em equipe

Se tem um fato universal que faz toda diferença é o dito trabalho em equipe e isso não é uma exceção no anime Kuroko no Basket (黒子のバスケ, Kuroko no Basuke), escrito e ilustrado por Tadatoshi Fujimaki, com adaptação animada produzida pela Production I.G e direção de Shunsuke Tada.  Possui 3 temporadas de 25 episódios cada e foi publicado pela revista Weekly Shonen Jump no dia 8 de dezembro de 2008, atingindo fãs por todo o mundo, sendo uma referência principalmente dentro dos esportes, uma vez que é uma história voltada inteiramente ao mundo do basquete e todas as suas regras. Além disso, por se tratar de um shonen, o público alvo pega desde crianças a adultos, afinal, tem toda uma temática voltada para a superação, evolução e muito team play.

A história é centrada em Kuroko Tetsuya, um jovem jogador da lendária escola secundária Teiko, que possuía um time tão, mas tão invencível que era comumente conhecida como “Geração dos Milagres”, composta, essencialmente, de 5 jogadores: Midorima Shintaro, Kise Ryouta, Aomine Daiki, Murasakibara Atsushi, Akashi Senjuro (capitão) e um sexto jogador “fantasma”, o Kuroko, que é conhecido assim por não ter sua presença notada na quadra, um fator curioso e bastante vantajoso quando se trata de jogos desse esporte. Cada um deles possuí uma habilidade especial, explorada melhor no decorrer do anime.

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Sendo um time extremamente poderoso, infalível e invicto em todo e qualquer campeonato no qual disputavam, seus integrantes decidiram se separar quando se formaram no ensino fundamental, no qual cada um acabou por ir para uma escola diferente, usando isso como pretexto para se enfrentarem posteriormente nos campeonatos do ano em questão, a fim de, basicamente, fazer ter “graça” uma disputa de igual para igual entre os maiores prodígios da história do basquete no Japão. E é nessa pegada que a história se inicia. Kuroko acaba indo para a escola Seirin, onde conhece Kagami Taiga – de uma forma um pouco difícil, afinal, o cara é realmente difícil de lidar – e entra para o time de basquete logo de cara, composto essencialmente de 9 jogadores, sendo três deles os mais relevantes: o capitão Hyuga Junpei, Kiyoshi Teppei e Izuki Shun, fora a manager Aida Riko e, posteriormente, o mascote “Tetsuya #2”, apelidado assim por ter olhos iguais de Kuroko, sendo assim um segundo. (Esse cachorro é muito maneiro, sério… usa até o uniforme do time!)

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Por ser tratar de um anime de basquete, o finado time da Teiko não possuía trabalho em equipe, o que Seirin mostra até em excesso, combando Kagami e Kuroko como uma dupla quase infalível na maioria dos jogos dos campeonatos no qual o time participa. Além disso, o que mais motiva também a vontade de assistir é uma onda inexplicável de motivação e incentivo que o anime consegue transparecer de forma bem clara e até divertida, em suas cenas de jogadas espetaculares e muitas vezes sem o menor sentido, como o uso de habilidades nada comuns – ou poderes, se preferirem -, deixando qualquer um surpreso. Somando isso à apreciação do esporte em si, Kuroko no Basket foi um estouro de sucesso no Japão e vendeu cerca de nove milhões de exemplares de mangá em setembro de 2012. No quesito volume individual, esteve entre os 10 primeiros em ranking de vendas e foi o terceiro mangá mais vendido em 2013, o que só aumentou com o anúncio da terceira temporadaem anime nesse ano de 2015, que infelizmente finalizou a história e encerrou tanto o mangá quanto a versão animada. Previsto para ao ano que vem, um filme será lançado, com a intenção de reacender o espírito esportivo dos fãs. Enquanto isso, Fujimaki está trabalhando na sequência da série de nome “Kuroko no Basket Extra Game”, publicado pela Jump Next!.

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