Boku no Hero Academia

Review do 1º episódio lançado

No último domingo (3), o conceituado estúdio Bones lançou o primeiro episódio do anime mais hypado durante a última temporada: Boku no Hero Academia. Devido ao hype, muito se esperava da estréia, tendo como título do episódio “Izuku Midoriya: Origem”, que situa o personagem principal Izuku em um mundo diferente, onde todos possuem poderes especiais, as ditas “individualidades”, menos ele. Ou seja, é um mundo onde ser herói é comum e o governo até mesmo paga pelo trabalho bem feito, no qual cada um possui uma habilidade diferente.

O review em si pode conter pequenos spoilers, então assuma por conta o risco a leitura abaixo!

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Como dito, Izuku não possui poderes e por isso é discriminado pelos amigos da escola, o que se torna um problema gradativo ao pequeno garoto. No episódio em si, tem-se uma apresentação breve de personagens-chave, o que traz ao Bones um ponto positivo explorando isso logo de cara. O autor do mangá Kohei Horikoshi sempre teve uma pegada de comédia, então o anime é ambientado nesse meio, possuindo partes engraçadas unidas à ação, a fim de distrair o telespectador do plot principal, envolvendo superação e trabalho duro.

Sendo Izuku trazido à realidade dura de uma sociedade totalmente mudada, sua apresentação se faz como todo shounen, sendo até mesmo um clichê desses: o personagem, numa primeira instância, surge como um fracote, um pobre coitado, sofrendo bullying e lamentando fortemente não possuir uma individualidade para poder ser ao menos 10% do que seu ídolo e herói favorito All Might é: salvador, soberano, gentil. Tendo isso como base, o episódio inicial explora basicamente sua progressão e inserção numa escola para humanos com individualidade, a fim de praticá-la e se fortalecerem nesse sentido.

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No meio: All Might, o ídolo eterno de Izuku.

O personagem secundário e provável rival do protagonista Katsuki Bakugou é apresentado de uma forma bastante rabugenta, sendo o responsável pela autoflagelação de Izuku, apelidado por ele de “Deku”. Além dele, All Might também faz uma pontinha no episódio, sendo de vital importância. E claro, como todo shounen que se preste, um vilão é apresentação, mantendo a “tradição”.

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De modo geral, Boku no Hero Academia teve uma hype gigantesca, mas não pareceu ter atendido às expectativas numa primeira impressão. O mangá teve o roteiro inicial seguido pautadamente, o que dá um up ao episódio em si. Previsto para ter 13 episódios – e embora o primeiro episódio não tenha possuído um impacto tão grande como esperado -, no próximo dia 10/04 o segundo episódio vem, com toda a expectativa de que possa agradar melhor o público em si. Já na questão gráfica, dispensa comentários: o estúdio Bones sabe exatamente o que faz. Com qualidade gráfica acima da média, as expressões dos personagens são facilmente visíveis, enquanto a movimentação e o plot em si é muito bem encaixado. Tenha em mente que é um shounen de muita batalha e comédia, variando um pouco de um mais sério. Ainda assim, a ideia da evolução episódio a episódio se mantém, afinal, não seria um shounen se não possuísse essa característica em especial.

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