1. Como se fosse o primeiro filho...

    É com total satisfação que hoje chegamos ao ínicio da estrada.

    Vejo isso aqui como se fosse a Dutra a caminho da Cidade Maravilhosa, lá pelo km que começa (que eu não sei qual, mas é nele) a rodovia. Dirigindo neste ciclo um fiat one-four-seven (novo carro da fiat pra quem não sabe) para poder chegar ao paraíso (isso somente quando passar a linha vermelha). Só não vamos num lombo de um jumento, pois o Celestino disse que depois que seu dono morreu ele parou de fazer frete e carreto. Então passamos mesmo no feirão de fábrica da Hot Wells e fizemos uma maravilha de negócio.

    Essa idéia surgiu como um devaneio e ao conversar com um amigo, este mesmo topou na hora. Digamos que o que move nossos pensamentos é como diz nosso slogan: a estrangulação do dia-a-dia. O famoso cotidiano que um dia até o seu Chico interpretou (lembre-se gente: este não é o Cuoco ou o Chico do comando vermelho). A idéia cresceu, cresceu e foi empolgando ambas as almas famintas por fatos cômicos e dinâmicos de nossas vidas.

    Tínhamos nossos próprios blogs e decidimos unir o que já tinham neles em algo mais abrangente, mais sério, enfim, algo profissional. Algo que leve ao cérebro do leitor, o que está debaixo do nosso nariz e que por stress, correria e outros sintomas que nossa rotina nos proporciona acaba passando despercebido.

    Como uma estrada, vamos encontrar curvas acentuadas, algumas sinuosas à esquerda, outras à direita, ora estaremos livres como um hamster fora da gaiola (melhor do que falar passarinho). Porventura teremos muitos caminhões enxendo o saco, várias ladeiras para subir e por ai vai. Enfim, a caminhadura será difícil, algo como ser um Drão!

  2. Mamãe, cadê meu iPod?

    "Um homem bateu em minha porta e eu..."
    ...dei um headshot no filadaputa.

    O assunto "saudades da minha infância" já é bem clichê e não vem de hoje. Até os avós, quando ainda não eram avós, reclamavam da idade sem malícia deles. Afinal, ser criança é como mascar chiclete sem pensar em atacá-lo fora.

    Agora, o motivo pela qual escrevo meu primeiro post no proibidoler.com é a readaptação de velhas brincadeiras com as novas diversões. Tempos atrás, viamos a mulecada pulando corda, jogando bola no paralelepípedo e descobrindo as diferenças na brincadeira do médico. Bom, brincar de médico ainda deve ser algo que não mudou. Mas raciocine: quanto tempo faz que você não vê uma disputa acirrada de bolas-de-gude, jogo da vida e super trunfo, hein?

  3. Aceitamos doações de fones de ouvido.

    Por favor, quem tiver fones de ouvidos de qualquer natureza sobrando em sua residência, por favor, me comunique. Estou realmente abraçando esta causa, pois acho imprescindível no momento tal feito, para ver se a qualidade de vida aumenta na cidade de São Paulo.

    Já encaminhei e-mail à fabricantes de celulares com alto-falantes que tocam MP3 ou qualquer arquivo de música que ao ligar o bendito do botão escrito tocar no alto-falante venha com fone de ouvido, pois pata ka parel viu! Tem uns que são tão potentes que parece que vem com módulo, tweeter, bazuka, corneta ou tem 5000W PMPO.

    O pior de tudo: quem foi o bendito que inventou a moda de que celular é pingente de colar??? Me diz aí quem foi. Porque eu vou questioná-lo pessoalmente. A coisa mais brega do mundo é ver uma pessoa de boné feito de crochê e escrito qualquer frase que remeta a zona da cidade que mora sempre em bicoloridade, uma camiseta laranja desbotada escrito WG ou lisa mesmo, com um cordão azul marinho e um V3 no meio dos peitos?

    Aí do nada você passa do lado da pessoa e está tocando aquela música do momento:

    ...."Solta essa porra.... vai sentando, vai sentando"......

    Aí a pessoa acha que colocar um fone de ouvido ficaria fora de moda!

    Até o momento, os fabricantes de celulares não me responderam o e-mail e também não me disseram o
    porquê. E eu digo porra! Num basta um celular que fale apenas? Agora precisa vim com uma casa dentro dele?<

    Hoje em dia só falta o celular deixar de fazer a sua função básica de tanta coisa que tem nele.
    Eu preciso realmente de doações de fones de ouvido, por favor gente vamos fazer igual fizemos com Santa Catarina, vamos nos mobilizar. Vou colocar caixas espalhadas em tudo que é canto em São Paulo e no Brasil e, principalmente, em lojas de celulares e estabelecimentos de eletrônicos.

  4. Quebrando a vidraça da...

  5. Sinal do Recreio

    Fim de férias dá sempre um gosto amargo na boca, não é verdade? Seja você voltando aos corriqueiros dias de trabalho, seja você dando a cara para bater em mais um semestre na faculdade ou, até mesmo, por reencontrar aqueles pentelhos na 5º série que te azucrinam nas aulas de matemática só porque você já sabe as raízes da equação x²-4=0. Babacas do cacete!

    Mas nisso tudo tem um lado maravilhoso, ainda mais quando trata-se de pré-escola e ensino fundamental: a compra dos materiais escolares.

    Lembro que todo final de janeiro, saiam eu, minha mãe e meus 2 irmãos atrás de lápis, borrachas, canetinhas, gizes de cera, lancheiras, mochilas e quaisquer outras tranqueiras que encontrava na loja. Era como um playcenter de bugigangas; não tinha esse negócio de caro, o que valia era a beleza, a modernidade e a utilidade dos produtos. Bom, pra que é que você acha que servia um conjunto completo da Faber Castell de 120 cores quando a gente só aprendia as cores primárias nas aulas de Educação Artística?

  6. Tédio com um T bem grande pra você!

    Ao tédio com carinho eu lhe digo uma canção, você entrou na minha vida e roubou minha emoção! Meu Deus! Isso parece àqueles versinhos que você fazia para a garota do primário que você paquerava na sala de aula, por exemplo: Se amar é viver vivo porque amo você. Socorro! Alguém aí já teve a experiência de reler um diário daquela época? Para as garotas que possuem ainda este material eu recomendo com cerveja! Se naquela época era Proibido Ler o diário por terceiros hoje seria importante você compartilhar este feito conosco. Garanto que com isto você pode afastar o vilão do Tédio.

    O Tédio é como aquele pernilongo chato que parece que tem óxido nitroso (o famoso NOS) em seu corpo invertebrado e o bendito parece que adora acelerar bem perto da sua orelha e faz aquele vrurrrmmmmmmmmm... Ou pior, isso é como a mosca na sopa do Raul Seixas, se você acaba com ele hoje pode ter certeza que mais horas menos horas vem outro Tédio no seu lugar.

    O Tédio é um bom companheiro, o Tédio é um bom companheiro, o Tédio é um bom companheirooooooooooooooooo... ninguém pode negar

    De fato está sacramentado.

    Basta você estar em casa sem fazer nada e o Tédio começa a lhe perturbar e você pensa, vou vencê-lo. Entrar no MSN é a solução, você então fica em on-line olha a lista de quem esta on (coisa que é de praxe) e do nada sobe a janelinha de aviso.

    O Tédio acabou de entrar! E surpresa??? Já vem falando comigo. ¬¬

  7. Mandei

    Há uma correlação abundante entre a noite de domingo e a manhã de segunda. Indiscutivelmente a musiquinha do Fantástico lá pelas 23h15 de qualquer domingo é o mais duro sinal de que na manhã seguinte estenderará um dia de preto. E todo sujeito, numa cerimônia vagarosa, levantará de sua cama devido ao gritante despertador e pensará mudamente: "Hoje é segunda-feira."

    Seu cérebro ocioso diz que sexta-feira ou o sábado são os melhores dias da semana. Explique a ele o quão enganado está. A segunda-feira tem as mais saborosas 24 horas da semana. Sim, a segunda-feira. E quer saber o por quê? Ah... não tem dia mais distante de uma segunda-feira seguinte a não ser uma outra segunda-feira. E é sobre esse tão honroso dia da semana que dedicarei este post.

  8. O Grande Paulistano

    Alguma coisa acontece no meu coração.....

    Eita cidade de gente louca, estressada que não dorme e nem para por nada. E o que tem de melhor em São Paulo é o... Claro que é o paulistano!

    Tudo bem! Sabemos que hoje nós temos mais imigrantes no estado de SP do que o próprio paulistano da gema (será que aqui pode se dizer isso?).

    O que irrita no paulistano é o stress, isso não é mais sinônimo de um estado emocional e sim de uma doença da vida moderna e agitada que temos nesta cidade. O stress hoje é o culpado de tudo, se você chega em casa e fala um pouco mais seco com sua mulher a desculpa mais presente no vocabulário do paulistano é o stress. Ou seja, parece que não ficamos mais nervosos, irritados, virado no Jiraya, mas sim estamos apenas stressados. Olha que bonito!

    Se o ônibus atrasou 2 minutos do horário normal o cidadão desta região sudeste já sobe no ônibus e fala com o motorista mais que o indispensável; e olha que existe um aviso bem visível sobre essa prática, mas o cidadão paulistano como é cheio de querer e se achar sempre superior ele ignora a lei do recinto e fala mais que o indispensável ao motorista e isso por apenas 2 minutos de atraso.